segunda-feira, 8 de abril de 2013

Trabalhando Números Decimais Com Surdos


Explorar o recurso visual com surdos é importante em qualquer situação, não seria diferente quando trabalhamos os números decimais, ou como qualquer outro conteúdo.


Para isso busquei elaborar exercícios de uma maneira  com que eles mesmos possam ler e interpretar os problemas. Utilizando assim de um texto sucinto, com imagens do próprio tema do exercício  para um entendimento mais rápido e simples Assim como atividades que simulem o cotidiano de uma pessoa.

Veja alguns fragmentos de exemplos de atividades::


Sudoku Geométrico


O puzzle foi projetado por Howard Garns, um arquiteto aposentado de 74 anos de idade e construtor independente de puzzles, baseando-se, provavelmente, no quadrado latino, uma construção matemática criada pelo suíço Leonhard Euler no século XVIII. Garns adicionou ao quadrado latino apresentou sua nova criação como uma grade parcialmente preenchida onde o solucionador deveria preencher os demais quadros vazios. As primeiras publicações do sudoku ocorreram nos Estados Unidos no final dos anos 1970 na revista norte-americana Math Puzzles and Logic Problems, da editora Dell Magazines, especializada em desafios e quebra-cabeças. A editora deu ao jogo o nome de Number Place, que é usado até hoje nos Estados Unidos.

Em 1984, a Nikoli, maior empresa japonesa de quebra-cabeças, descobriu o jogo e decidiu levá-lo àquele país. O nome Sudoku é a abreviação japonesa para a longa frase,suuji wa dokushin ni kagiru (数字は独身に限る) que significa os dígitos devem permanecer únicos; e é uma marca registrada da Nikoli. Em japonês a palavra é pronunciada [sɯːdokɯ], em português pronuncia-sesudoku. Em 1986, depois de alguns aperfeiçoamentos no nível de dificuldade e na distribuição dos números, o sudoku tornou-se um dos jogos mais vendidos do Japão, onde os jogos numéricos são mais populares que palavras-cruzadas e caça-palavras, que não funcionam muito bem na língua japonesa. Outras editoras japonesas que lançaram o produto referem-se ao jogo como colocando os números, ou como "Nanpure". Algumas editoras não japonesas soletram o título como "Su Doku".

Apesar de toda a popularidade no Japão, o sudoku não conseguiu atrair a mesma atenção no Ocidente até o fim de 2004, quando Wayne Gould - um juiz aposentado de Hong Kong, que também era fã de quebra-cabeças e programador de computador - viajou a Londres para convencer os editores do The Times a publicar o sudoku. Gould havia criado um programa de computador que gerava jogos de sudoku com vários níveis de dificuldade e não estava cobrando nada por ele. O Times decidiu arriscar e no dia 12 de novembro de 2004 publicou seu primeiro sudoku.

No Brasil, o Sudoku é publicado pelas Revistas Coquetel (Ediouro) desde o Setembro de 2005[1]. Em Portugal, ele começou a ser publicado em Maio de 2005 pelo jornal Público e actualmente já existem muitas publicações portuguesas de formato bolso, como é o caso do Extreme Sudokus da Editora Momentos de Relax ou Super Sudokus da Editora JEA. Estão disponíveis no mercado brasileiro duas opções. A revista Sudoku (tamanho grande) e Sudoku de bolso, em formato mais portátil.

Sudoku Geométrico é  feito especialmente para as crianças e auxilia no desenvolvimento da concentração e da resolução de problemas.

Foi com esses objetivos que resolvi elaborar e aplicar também para os alunos portadores de deficiência auditiva, o visual é muito importante colorido, rico, formas geométricas planas e espaciais , como para uma grande maioria deles utilizar o sistema numérico as vezes é de grande dificuldade, resolvi aplicar o Sudoku Geométrico ressaltando as formas para assim desenvolver a lógica e a resolução de problemas e também a escrita e o reconhecimento das figuras.


Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre. 8/04/2013

Conferência em Campo Mourão debateu Direitos das pessoas portadoras de deficiência


Foi realizado no dia 17/04/2012 no Centro Social Urbano em Campo Mourão a 3ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência cujo o tema foi “Um olhar através da Convenção da ONU sobre os direitos da Pessoa com Deficiência: novas perspectivas e desafios”, teve como debate a educação, trabalho, acessibilidade, moradia, saúde, entre outros. 
Esteve presente no dia mais de 150 pessoas entre pessoas com deficiência, representantes de entidades e autoridades locais.  “O deficiente de Campo Mourão tem dado mais um passo para a mudança dessa história”, enalteceu Chagas., presidente do Comude (Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência)
 
O evento contou também com as palestras da Coordenadora da Assessoria de Políticas Públicas e da Inclusão Social das Pessoas com Deficiência, Maria Filomena Cardoso André, que é graduada em Direito e especialista em Direito Processual Civil Contemporâneo; e do mestre em Educação Alfredo Roberto de Carvalho, que também é Especialista em Educação Especial e Sociedade e Especialista em Fundamentos da Educação.
A abertura da conferência contou com apresentações de dança e canto dos alunos da APAE de Campo Mourão, além do toque de berrante, que declarou aberta a conferência



(Fonte: Matéria publicada na Tribuna de Campo Mourão - dia 18/04/2012)